Sinais de negociação para o OURO para 4-6 de fevereiro de 2026: vender abaixo de 61,8% (SMA 21 - 8/8 de Murray)

O ouro está sendo negociado próximo de US$ 5.060, acima do nível Murray de 8/8 e das médias móveis, o que indica força de alta. O preço também já alcançou a zona de retração de Fibonacci de 61,8%, reforçando o viés positivo no curto prazo.

Se a pressão de compra prevalecer nas próximas horas, o metal pode avançar até US$ 5.130. Essa região tende a funcionar como área potencial para abertura de posições vendidas (short), com expectativa de um recuo em direção à EMA 200, localizada cerca de US$ 4.687.

Caso o preço perca o R1 diário, próximo de US$ 5.065, o ouro pode entrar em uma correção técnica, com alvo inicial na SMA 21, por volta de US$ 4.870. Em um cenário mais amplo, não se pode descartar um movimento de fechamento do gap deixado em torno de US$ 4.658.

A volatilidade permanece elevada, o que exige cautela. O ideal é aguardar níveis bem definidos de suporte ou resistência antes de abrir novas posições, tanto de compra quanto de venda.

Como o indicador Eagle segue emitindo sinais positivos, eventuais pullbacks nas próximas horas tendem a ser vistos como oportunidades para novas compras, desde que acompanhados de confirmação técnica.

Se o preço conseguir se consolidar acima do nível de Fibonacci de 61,8%, aumenta a probabilidade de continuidade do movimento de alta, com alvo no Murray +1/8, próximo de US$ 5.312.

No entanto, ao observar o gráfico 4H, podemos observar que o ouro já passou por uma correção superior a US$ 1.000 a partir da máxima próxima de US$ 5.600. Isso sugere que a volatilidade pode permanecer elevada nas próximas semanas e que o ativo ainda corre o risco de novas quedas. Além disso, existe um intervalo aberto em 2025, em torno de US$ 3.600, que ainda não foi fechado e pode se tornar um alvo relevante dos vendedores (bears) no médio prazo.