O ouro é negociado em torno de US$ 4.474, próximo ao nível de 61,8% de retração de Fibonacci, traçado entre a mínima de US$ 4.365 e a máxima de US$ 4.595.
Se o ouro se consolidar acima de US$ 4.460 nas próximas horas e permanecer acima da região correspondente aos 61,8% de Fibonacci, isso poderá ser interpretado como um sinal de compra, com alvo inicial na Média Móvel Simples (SMA) de 21 períodos, próxima de US$ 4.511.
Um rompimento consistente acima do nível de 38,2% de Fibonacci poderia, inclusive, permitir que o metal retomasse sua tendência de alta, abrindo espaço para um avanço até a Média Móvel Exponencial (EMA) de 200 períodos, localizada em torno de US$ 4.597.
Por outro lado, caso o ouro recue abaixo de US$ 4.460, o cenário baixista poderá ganhar força, aumentando as probabilidades de um novo teste do importante suporte 6/8 de Murray, próximo de US$ 4.375.
O metal continua sob pressão vendedora. Assim, uma recuperação em direção a US$ 4.511 ou US$ 4.597 poderá atrair novamente vendedores para o mercado, favorecendo a retomada do movimento de baixa, com alvo em US$ 4.375 no curto prazo.
O indicador Eagle está emitindo um sinal positivo. No entanto, o par XAU/USD pode encontrar dificuldades para sustentar a alta, já que permanece sob pressão baixista. Somente um rompimento decisivo acima de US$ 4.600 nos próximos dias seria capaz de desencadear uma nova perna de alta. Nesse cenário, o ativo poderia avançar em direção à região de US$ 4.750.