Terminal de Meishan retoma operações

Dificilmente podemos ficar surpresos, de que uma boa parte das lembrancinhas para diferentes ocasiões são produzidas na China. No Natal, as prateleiras de lojas ficam repletas de diversas lembrancinhas que a China exportou em grandes quantidades. Porém, a pandemia do coronavírus prejudicou as cadeias de fornecimento globais. Portanto, os comerciantes estão extremamente preocupados em não conseguirem estocar itens para o próximo Natal.

Seus temores intensificaram-se após o terminal Meishan, no porto chinês Ningbo, suspender o trabalho, devido a um aumento nos casos de coronavírus. Notavelmente, esse terminal é o segundo maior porto de containers da China. O fechamento do tribunal causou bloqueios em portos, prejudicando ainda mais as linhas globais de fornecimento. Por sorte, as atividades de entrada, saída e atracação foram retomadas ultimamente. Os comerciantes conseguiram evitar uma falta de bens não essenciais, enquanto as entregas ao redor do mundo normalizavam-se. Portanto, os residentes da Europa e Estados Unidos podem comprar decorações e presentes para o Natal. O terminal Meishan é responsável por cerca de um qaurto da capacidade do porto Ningbo-Zhoushan.

Apesar do fato de que a congestão e atrasos, nas rotas de envio mundiais, tenham ocorrido na crise do coronavírus, os especialistas não conseguiram descobrir como mitigar as consequências negativas. Além disso, o fechamento de um dos maiores portos da China, apenas acrescentou pressão às cadeias de fornecimento já prejudicadas. O volume de exportações chinesas está quebrando novos recordes, em meio à demanda global crescente. Ao mesmo tempo, a demanda por navios e containers de transporte aumenta também. As empresas estão bombeando os fornecimento à Europa e Estados Unidos, para a rodada de compras natalinas. Até o fechamento parcial do porto custa para os fabricantes e compradores.