China não consegue manter um crescimento econômico robusto.

A economia da China foi a primeira a revelar os sinais iniciais da recuperação. No entanto, a julgar pelas estatísticas mais recentes, ainda há um longo caminho para a recuperação total. A segunda maior economia do mundo registrou séria contração em seu produto interno bruto no terceiro trimestre de 2021. Tanto especialistas independentes quanto autoridades chinesas reconhecem a gravidade da situação.

A economia da China está enfrentando alguns obstáculos que atrasam o crescimento econômico. Primeiro, a COVID-19 ainda está prejudicando a produção econômica, apesar dos enormes esforços de Pequim. Em segundo lugar, o fornecimento irregular de energia elétrica é responsável por falhas técnicas e até mesmo por apagões totais nas fábricas chinesas. Além disso, o período pós-crise não é o melhor momento para Pequim aumentar a pressão sobre os empresários domésticos. Como resultado, a educação privada e o setor de alta tecnologia estão tomando o peso da dura retórica de Pequim. Outro obstáculo é a ruptura do mercado imobiliário da China que afeta outros setores econômicos. Por último, mas não menos importante, as novas restrições impostas devido a um ressurgimento da COVID prejudicam os gastos dos consumidores e corroem as exportações.

Os especialistas supõem que a recuperação econômica da China se apoia em fundamentos moderados no estágio atual. Em outras palavras, muitas empresas nacionais do setor de serviços e empresas de pequeno porte estão lutando contra a adversidade. O crescimento anual do PIB da China caiu para 4,9% no terceiro trimestre de 2021, o crescimento mais fraco dos últimos 9 meses. Anteriormente, a economia chinesa expandiu 18,3% no primeiro trimestre e depois desacelerou para 7,9% no segundo trimestre.