Na segunda-feira, o principal índice do Brasil, o Ibovespa, caiu para 163.150 pontos, recuando dos recordes alcançados na semana passada, à medida que os investidores reavaliaram as perspectivas para os custos de empréstimo doméstico. O declínio foi impulsionado pelas quedas nos setores de utilidades e financeiro. Notavelmente, a Companhia Sanepar teve uma queda de 3,7%, Axxia diminuiu 0,9% e Equatorial Energia caiu 1,4%. O setor bancário também contribuiu para a queda geral; Bradesco, Banco do Brasil, e Itaúsa registraram perdas que variaram de 0,6% a 1,1%. Este declínio foi motivado pela incerteza contínua em torno das condições de crédito, que, juntamente com a inflação persistente no setor de serviços e as taxas de desemprego historicamente baixas, limita a capacidade do Banco Central de implementar cortes profundos nas taxas nas próximas reuniões. No entanto, essas perdas foram parcialmente compensadas por avanços nos exportadores industriais. A WEG aumentou 1,8%, Embraer subiu 2,2% e Suzano cresceu 1,8%. As grandes empresas de commodities, Petrobras e Vale, permaneceram relativamente estáveis, apresentando pouca variação.