O real brasileiro se valorizou para 5,11 por USD, vindo de 5,17 no início de julho, alcançando seu nível mais forte em mais de três semanas, em linha com os ganhos de outras moedas de mercados emergentes à medida que o dólar americano enfraqueceu. O apetite por risco melhorou em meio a sinais de que as negociações diplomáticas entre os EUA e o Irã continuam apesar das tensões recentes, o que reduziu preocupações geopolíticas e diminuiu a demanda por ativos de refúgio. No front doméstico, o real foi ainda apoiado por dados mostrando que a inflação anual do Brasil desacelerou para 4,64% em junho, abaixo das expectativas do mercado. Ainda assim, os riscos persistentes de renovadas interrupções no Oriente Médio e a possibilidade de um aperto adicional por parte do Federal Reserve continuaram a limitar o potencial de valorização da moeda.