Os contratos futuros de óleo para aquecimento despencaram mais de 6%, para abaixo de US$ 3,40 por galão nesta segunda-feira, apagando uma dramática alta de 19% registrada mais cedo na sessão, depois que sinais de uma ampla potencial liberação das reservas estratégicas do G7 e comentários tranquilizadores da Casa Branca inverteram uma alta histórica. Os preços chegaram brevemente ao nível mais alto desde 2022, impulsionados por preocupações de que o fechamento do Estreito de Ormuz e os cortes de produção pela Arábia Saudita pudessem desencadear uma escassez global de destilados. O rali perdeu força quando o presidente Donald Trump descreveu a campanha militar contra o Irã como quase concluída e indicou que o tráfego marítimo começava a ser retomado. O sentimento mudou ainda mais depois que os ministros das Finanças do G7 sinalizaram estar prontos para acionar os estoques emergenciais de petróleo a fim de estabilizar os mercados de energia e conter as pressões inflacionárias. Embora os estoques locais permaneçam abaixo das normas de longo prazo, a forte correção nos índices de referência do petróleo bruto e a percepção de um alívio no risco geopolítico levaram a uma rápida desmontagem do prêmio de guerra que vinha dominando o mercado desde o início de março.