O real brasileiro avançou 0,30%, para cerca de 4,99 por USD, seu nível mais forte desde o início de março. Esse movimento é impulsionado em parte pela correção do US Dollar Index (DXY) em direção a 98,05, o que tem aumentado a demanda por ativos de mercados emergentes. O real também continua sustentado pelo elevado patamar dos juros no Brasil, com a taxa Selic em 14,75%, proporcionando um rendimento real significativo frente à inflação de 4,14%. Embora a manutenção da estabilidade de preços permaneça um objetivo central de política econômica, o perfil atraente da moeda para operações de carry trade e a sólida posição externa — ilustrada por um aumento de 10,0% nas exportações em base anual, para US$ 31,60 bilhões em março de 2026 — oferecem um suporte forte e contínuo ao seu desempenho atual.