Os contratos futuros de alumínio no Reino Unido recuaram para US$ 3.550 por tonelada, após terem atingido o patamar máximo em três anos de US$ 3.670 em 16 de abril, à medida que sinais de retomada do tráfego de embarcações pelo Estreito de Ormuz melhoraram as perspectivas de oferta dos principais produtores regionais. As autoridades iranianas indicaram que navios comerciais agora estão livres para transitar pelo estreito após negociações em andamento com os Estados Unidos, reforçando as expectativas de exportações dos grandes fornecedores de alumínio da região. Antes do início do conflito em março, a produção de alumínio nos Emirados Árabes Unidos, no Catar e no Bahrein respondia por cerca de 9% da oferta global.
As projeções de produção também melhoraram em outras regiões, já que a recente queda nos preços de energia decorrente desses desdobramentos deve ampliar as margens de lucro das fundições na Ásia e na Europa. Ainda assim, um retorno rápido aos níveis de produção anteriores à guerra continua improvável. Instalações no Catar e no Bahrein sofreram danos, e os preços de energia, embora abaixo dos picos recentes, ainda permanecem elevados em comparação com o início do ano.