Inflação ao produtor na Macedônia atinge máxima em 17 meses

A taxa anual de inflação dos produtores da Macedónia do Norte subiu para 6,5% em julho de 2026, face aos 6,2% em junho, atingindo o nível mais alto desde março de 2025. Os preços aumentaram em várias categorias principais: energia (11,3% contra 10,9% em junho), bens intermédios, excluindo energia (5,3% contra 4,7%), bens de capital (10,9% contra 10,6%) e bens de consumo (3,9% contra 3,7%). Dentro da categoria de bens de consumo, os preços dos bens não duradouros aceleraram (3,9% contra 3,7%), enquanto o crescimento dos preços dos bens duradouros abrandou (3,8% contra 4,5%).

Por setor, os custos de produção aumentaram na indústria transformadora (5,9% contra 5,2%), sustentados por subidas mais fortes nos preços dos produtos alimentares (1,8% contra 0,5%) e dos produtos farmacêuticos (5,1% contra 3,8%). Os custos também continuaram a subir no fornecimento de eletricidade, gás, vapor e ar condicionado (11,7% contra 11,2%), enquanto o crescimento dos preços se manteve inalterado nos serviços de abastecimento de água, saneamento, gestão de resíduos e remediação, permanecendo em 7,4%. Em contraste, o crescimento dos preços na extração mineira e pedreiras abrandou de forma acentuada (16,4% contra 24,5%).

Em termos mensais, os preços no produtor ficaram estáveis em julho, após um aumento de 0,5% em junho.