Os contratos futuros de gasolina nos EUA subiram para cerca de US$ 3,35 por galão, o nível mais alto desde o fim de julho, à medida que as tensões persistentes no Oriente Médio lançam dúvidas sobre as perspectivas de oferta de combustíveis refinados. Teerã sinalizou que continuará com ataques retaliatórios se as investidas militares dos EUA persistirem. Agravando ainda mais o quadro de oferta, a Arábia Saudita informou que sua produção de petróleo bruto em agosto caiu para o menor nível desde 1990, com o conflito regional em andamento afetando suas rotas de exportação. Autoridades da Arábia Saudita e do Iêmen observaram que as forças Houthi estão perto de conquistar o controle total do Estreito de Bab al-Mandeb, enquanto a infraestrutura de energia da Rússia continua sob pressão em razão dos ataques contínuos da Ucrânia. Enquanto isso, dados da EIA mostraram que os estoques de gasolina dos EUA aumentaram em 1,269 milhão de barris na semana encerrada em 4 de setembro, mesmo com a produção de combustível em queda e as refinarias norte‑americanas operando próximo da capacidade máxima. Segundo a AAA, o preço médio nacional da gasolina comum nos EUA disparou para US$ 4,28 por galão em 10 de setembro.