A guerra no Oriente Médio continuará a ser um fator-chave para os preços de energia e para os mercados financeiros globais, mesmo com os principais bancos centrais mantendo a trajetória de alta de juros para combater a inflação. Ao mesmo tempo, o crescente apelo para desacelerar o ritmo de desenvolvimento da inteligência artificial pode pesar sobre um setor que tem sido fundamental para sustentar as ações globais, a emissão de crédito e os mercados de commodities.
Essas questões — juntamente com o comércio — devem dominar a agenda do tão aguardado encontro entre o presidente dos EUA, Trump, e o presidente chinês, Xi. Nos Estados Unidos, o calendário de dados será liderado pelos pedidos de bens duráveis, enquanto o país também participará de uma nova rodada de divulgações de PMI, ao lado do agregado da Zona do Euro e de economias importantes como Japão, Austrália e Índia.
A Austrália está programada para divulgar seus dados mais recentes do mercado de trabalho, e a Índia publicará seus números de produção de infraestrutura. Além disso, os mercados estarão atentos às decisões de política monetária dos bancos centrais da China, Suíça, Suécia, Noruega, México e Indonésia.