
O governo tailandês anunciou um plano para distribuir 10.000 baht (cerca de US$ 270) para cada cidadão com mais de 16 anos como um depósito digital, visando estimular o consumo interno e revigorar a economia.
A iniciativa, programada para o quarto trimestre de 2024, conforme declarado pelo primeiro-ministro Srettha Thavisin, pretende canalizar um total de US$ 13,67 bilhões para a economia.
A expectativa é que a medida aumente significativamente os gastos locais. De acordo com o esquema, os beneficiários devem gastar sua moeda digital em um período de seis meses, exclusivamente em empresas localizadas em um raio de quatro quilômetros de suas residências. Essa restrição foi criada para promover o crescimento econômico local e incentivar os residentes a apoiar as empresas do bairro.
Para ter acesso aos fundos digitais, os cidadãos tailandeses precisarão baixar um aplicativo específico ou usar um código pessoal vinculado ao seu cartão de identificação nacional, integrando a tecnologia ao processo de desembolso.
O primeiro-ministro prevê resultados visíveis dessa campanha para o início do próximo ano. No entanto, os críticos argumentam que abordar questões econômicas estruturais seria uma abordagem mais eficaz para resolver os desafios econômicos do país do que a distribuição de dinheiro digital.
O plano do governo tailandês de distribuir dinheiro digital aos cidadãos é uma iniciativa inovadora que visa estimular a economia e fortalecer o consumo local. A iniciativa faz parte de uma tendência mais ampla de soluções econômicas inovadoras que estão sendo exploradas em todo o mundo, como a recente decisão do Zimbábue de adotar uma nova moeda lastreada em ouro para combater a hiperinflação, definindo uma taxa de câmbio fixa de 13,5 unidades ZiG para um dólar americano. As iniciativas da Tailândia e do Zimbábue destacam uma mudança global em direção a métodos não convencionais para enfrentar os desafios econômicos.
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