
Na opinião de Jerome Powell, presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, a dívida nacional do país ultrapassou todos os limites imagináveis. Ele alertou que essa enorme carga de endividamento pode ter consequências devastadoras para a economia e instou as autoridades americanas a começarem a resolver essa questão. O chefe do banco central norte-americano declarou que é hora de voltar a dar prioridade à sustentabilidade fiscal.
Powell afirmou que o governo federal dos EUA está em um caminho fiscal insustentável, com a dívida crescendo mais rápido do que a economia. Ele observou que a questão da dívida nacional deve ser prioritária e enfatizou que é hora, ou possivelmente já passou da hora, de retomar uma conversa séria entre os representantes eleitos sobre como colocar o governo federal de volta em um caminho fiscal sustentável. Powell ressaltou a necessidade de medidas de longo prazo para resolver essa situação.
Anteriormente, em 1º de julho, os analistas William Ruger e Thomas Savage destacaram que o aumento dos gastos orçamentários e a rápida elevação da dívida nacional poderiam desencadear sérios problemas na economia dos EUA. Eles afirmaram que a carga da dívida teria um impacto direto nas capacidades de defesa do país, conforme mencionado em uma entrevista ao The National Interest.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) também abordou essa questão urgente, expressando confiança de que a crescente dívida nacional dos EUA ameaça a economia global. Previsões preliminares indicam que a dívida nacional dos EUA pode ultrapassar 140% do PIB até 2032. Os analistas do FMI pediram aos formuladores de políticas americanas que considerem aumentar os impostos indiretos e elevar gradualmente os impostos sobre a renda.
O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, também destacou a situação crítica da dívida nacional americana. Segundo Trump, o presidente Joe Biden não tem controle sobre a situação econômica do país e perdeu completamente o controle sobre a inflação, colocando a economia nacional em risco.
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