
De acordo com Guillaume Faury, chefe da divisão de aeronaves da Airbus, em 2035 a empresa produzirá uma aeronave movida a hidrogênio.
De acordo com G. Faury, o uso de hidrogênio na aviação não exigirá esforços colossais. Este elemento químico possui um conteúdo de energia mais alto do que o querosene. Segundo o chefe da Airbus, esse combustível "é simplesmente criado para aeronaves". No entanto, no processo de criação de um avião movido a hidrogênio, as questões regulatórias são importantes. A administração da Airbus precisa de garantias governamentais e confiança de que os reguladores apoiarão esta iniciativa. De acordo com G. Fori, em 2027–2028 o setor de aviação precisa tomar a decisão final sobre o programa de investimento relacionado ao desenvolvimento de um avião movido a hidrogênio.
Segundo o chefe da Airbus, o problema não está apenas na criação de um novo avião mas também na obtenção de hidrogênio na quantidade necessária e a um preço acessível. A empresa não consegue lidar com esse problema sozinha, portanto, a ajuda do governo é importante.
Desenvolvimentos semelhantes, apenas relacionados ao transporte ferroviário, apareceram na França. O país revelou recentemente o primeiro trem movido a hidrogênio do mundo. Durante sua operação, apenas água e vapor são liberados na atmosfera, enfatizam os ecologistas.
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