
De acordo com os especialistas, o governo chinês baniu as criptomoedas, diante dos temores elevados sobre possíveis saques de dinheiro para bancos ocidentais mais "estáveis".
O fundador do EMCD, Mikhael Jerlis, é um dos que apoiam esse ponto de vista. Notavelmente, a questão afeta grandes investidores e também os cidadãos comuns. De acordo com Jerlis, a China reprimiu as criptomoedas porque o país não está pronto para a reestruturação do sistema financeiro. Um dos principais motivos para tal medida, tornou-se o medo das autoridades de uma possível transferência de ativos para bancos estrangeiros, acrescentou Jerlis.
Os investidores trouxeram preocupações sobre a segurança de seus ativos, porque não confiam na economia chinesa, que depende do sentimento do governo. Jerlis disse que a legalização de criptomoedas pode privar os governos da capacidade de resolver problemas econômicos com a impressão monetária, ou pela elevação da taxa de juros.
A política dos EUA sobre criptomoedas parece muito melhor, em meio às restrições impostas pela China. O governo dos EUA decidiu não banir as criptomoedas, mas pelo contrário, está engajado em sua legalização, junto de outros ativos. Mikhael Jerlis destacou que a porção dos EUA, do mercado de mineração global, aumentou. Os donos de criptos, empreendedores e investidores, estão atraídos para regiões onde panorama legal é transparente, ponderada e facilmente previsível, onde disputas podem ser resolvidas nos tribunais, não privadamente. Ele também acrescentou que os donos de criptomoedas precisarão de confiança no futuro, não temendo constantemente que elas serão proibidas.
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