Os contratos futuros de estanho experimentaram uma recuperação, subindo para $32.000 por tonelada após terem atingido anteriormente uma baixa de três meses de $29.780 no dia 1º de maio. Esta recuperação foi em grande parte impulsionada por medidas econômicas iniciadas pela China, o maior consumidor mundial, que contrabalançaram sinais de melhoria na oferta. Para estimular a atividade econômica, o Banco Popular da China (PBoC) reduziu tanto a taxa de exigência de reserva quanto a taxa de recompra reversa de 7 dias, alinhando essas ações com as discussões comerciais previstas com os Estados Unidos. O conflito comercial iniciado por meio de tarifas recíprocas resultou em tarifas cumulativas de 145% impostas por Washington e 125% por Pequim.
No lado da oferta, desenvolvimentos significativos ocorreram quando a Alphamin Resources retomou operações em sua mina de estanho na República Democrática do Congo. Isso seguiu-se a um período durante o qual trabalhadores foram evacuados devido a atividades insurgentes por grupos militantes na área. Além disso, no Estado Wa de Mianmar, reuniões foram realizadas para deliberar sobre a emissão de licenças de mineração—que são cruciais para o reinício das atividades de mineração de estanho na região. Essas discussões, no entanto, foram adiadas devido ao terremoto que atingiu o país no final de março.