Os contratos futuros de alumínio no Reino Unido eram negociados a US$ 3.330 por tonelada, uma máxima de quatro semanas, sustentados por restrições persistentes de oferta e pela queda dos estoques. O conflito em curso entre os EUA e o Irã tem prejudicado os embarques de alumínio oriundos do Oriente Médio, com a produção dos países do GCC recuando 44% em termos anuais em julho. Os estoques na LME permanecem próximos da mínima em 36 anos, enquanto os inventários na SHFE caíram 3% em relação à semana anterior, evidenciando a continuidade da escassez no mercado físico.
No Brasil, a planta da Alunorte — a maior refinaria de alumina do mundo fora da China — reduziu temporariamente a produção para 50% da capacidade em agosto, embora a produção já tenha retornado à capacidade total após um acordo temporário de acesso ao terminal ter sido firmado com seu fornecedor de gás. Parte da pressão altista sobre a oferta pode ser parcialmente compensada pela retomada planejada de capacidade e por projetos de expansão em vários produtores, além do aumento das exportações da China, o maior produtor de alumínio do mundo.